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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

NAS ELEIÇÕES FOI MELHOR QUEM TEVE MAIS DINHEIRO


Arrecadação rima com eleição. Combina com reeleição. Rima também com segundo turno. Quem arrecadou mais obteve melhor desempenho nas eleições do último domingo (7). Em apenas seis das 26 capitais estaduais, o candidato a prefeito que declarou ter arrecadado mais saiu derrotado das urnas. Os demais 20 campeões de arrecadação só tiveram motivos para c
omemorar: sete venceram a eleição e 13 avançaram ao segundo turno – seis deles na condição de mais votado. Ou seja, o índice de sucesso entre os maiores arrecadadores foi de 77%.

O cenário é o mesmo quando são analisados somente os dez candidatos a prefeito de capital que mais receberam recursos. Desse seleto grupo, apenas Gabriel Chalita (PMDB) – quarto colocado em São Paulo e dono da quinta maior arrecadação – e Luciano Ducci (PSB) – terceiro colocado em Curitiba e sexto no ranking nacional das doações – perderam a eleição. Por outro lado, dois venceram a disputa já no primeiro turno. É o caso do prefeito reeleito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), terceiro maior arrecadador, e do prefeito eleito de Recife, Geraldo Júlio (PSB), dono do sétimo maior valor declarado. Os montantes dizem respeito à última parcial da prestação de contas divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2 de setembro.


Outros seis campeões de arrecadação seguem na disputa até o próximo dia 28. Entre eles, os donos das campanhas mais caras destas eleições municipais: Fernando Haddad (PT) e José Serra (PSDB). De olho na capital paulista, o maior colégio eleitoral do país, o petista e o tucano haviam arrecadado mais de R$ 10 milhões e R$ 8 milhões, respectivamente, até o começo de setembro.



“A regra do financiamento de campanha é botar dinheiro em quem tem mais chance. Há uma tendência de o doador ser mais favorável a quem tem mais chances de se eleger”, explica o cientista político José Luciano Dias.

Sobrou dinheiro, faltou voto

Mas a maior capacidade de captar recursos não foi suficiente para garantir a eleição de seis campeões de arrecadação em suas respectivas capitais. Além de Ducci, em Curitiba, também foram derrotados mesmo tendo recebido mais dinheiro a deputada Manuela D’Ávila (PCdoB), em Porto Alegre; o senador Wellington Dias (PT-PI), em Teresina; o deputado Jovair Arantes (PTB), em Goiânia, e os candidatos Fernando Melo (PMDB), em Rio Branco, e Mário Português (PPS), em Porto Velho.


Em alguns desses casos, a arrecadação dos derrotados supera, de longe, a dos adversários que os superaram no último domingo. O atual prefeito de Curitiba, por exemplo, informou ao TSE, no começo de setembro, receita sete vezes superior à de Gustavo Fruet (PDT), candidato que avançou para o segundo turno para enfrentar Ratinho Júnior (PSC), dono da segunda maior arrecadação na capital. Eram R$ 4,8 milhões do prefeito contra R$ 625 mil do pedetista. Em Teresina, Wellington Dias terminou na terceira colocação mesmo tendo arrecadado, até a última parcial do TSE, o dobro dos dois adversários que o deixaram fora do segundo turno. Na capital de Rondônia, a arrecadação de Mário Português foi o triplo da declarada por Mauro Nazif (PSB) e 38 vezes a de Lindomar Garçom (PV), que disputam a prefeitura de Porto Velho no dia 28.


Prestação de contas


Fernando Melo aparece como maior arrecadador na capital do Acre, onde um dos candidatos que passaram ao segundo turno, o tucano Tião Bocalom, não entregou a prestação parcial de contas à Justiça eleitoral. Além de Bocalom, somente Zenaldo Coutinho (PSDB), que concorre em Belém, também não informou quanto arrecadou e gastou ao TSE. O adversário de Zenaldo, Edmilson Rodrigues (Psol) aparece como maior arrecadador em Belém.


Nas cidades em que o prefeito foi eleito em primeiro turno, todos os candidatos deverão prestar contas até 6 de novembro. Nos 50 municípios onde haverá segundo turno, o prazo se estende até 27 de novembro. Segundo a assessoria de imprensa do TSE, as informações serão divulgadas até uma semana depois do prazo final. Até agora, a Justiça já divulgou duas parciais de prestação de contas de todos os candidatos do país, uma em agosto e outra em setembro.

Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/manchetes-anteriores/nas-eleicoes-foi-melhor-quem-teve-mais-dinheiro/

terça-feira, 17 de julho de 2012

ASSISTA O VÍDEO WAGNER BERA DO SINDICATO 13013



PRA MINHA CIDADE CRESCER

"Amo esta terra
Amo este chão
Terra de quem planta os sonhos de um coração
Viver numa cidade em paz e segurança
Ver mudar a nossa nação

O Brasil mudou
Minha cidade vai mudar
Esta é a vontade da gente

Para amar, crescer, sonhar, lutar e realizar
Eu quero plantar a semente..."

Fonte: Músicas do PT

quarta-feira, 11 de julho de 2012

O que acontece com candidato que faz declarações falsas?


Por RIGON | 

Buscando legislação sobre o assunto, encontrei a Emenda Constitucional nº de 1965 com o seguinte texto: “Torna obrigatória a declaração de bens de candidatos e cargos eletivos, proíbe e considera nulos atos de nomeação ou admissão de pessoal, contratos de obras, aquisição de equipamentos e máquinas, distribuição de fundos ou verbas globais e autorização de empréstimos a Estado ou Município, praticados nos noventa dias anteriores à data das eleições federais, estaduais e municipais a até o término dos mandatos de Presidente da República, Governadores e Prefeitos. As mesas da Câmara dos Deputados e do Senador Federal, no têrmos do art. 217, § 4º, da Constituição Federal, promulgam a seguinte emenda aditiva ao texto constitucional: Art. 219. O pedido de registro de candidato a qualquer cargo eletivo será sempre acompanhado de declaração de bens de que conste a sua origem. Art. 220. Verificada, mediante processo estabelecido em lei, a falsidade da declaração, não será expedido diploma, que se cassará, seja expedido.”
Ainda não encontrei a legislação atual, mas se prevalecesse a de 1965 Bravin poderia não ser a vereador, pois desde outras eleições tem declarado que não tem bens, nem um centavo no bolso, o que convenhamos é uma declaração falsa. E tem muito mais gente, e gente boa, que está omitindo os bens. Vamos levantar e comentar.
Akino Maringá, colaborador

domingo, 3 de junho de 2012

Pré-candidato a prefeito e pré-candidatos a veread@res de Nova Esperança-Pr, estiveram presente no Encontro Regional do PT em Paranavaí

PT e PMDB se distanciam em Paranavaí
* Petistas lançam César Alexandre como pré-candidato prefeito de Paranavaí

Comando petista paranaense esteve ontem em Paranavaí. Foto: reprodução.
As informações são do Diário do Noroeste
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, participou ontem em Paranavaí de evento regional do PT. Ele descartou interferência, deixando a decisão sobre a candidatura própria a prefeito para o diretório municipal. O ex-vereador César Alexandre é o pré-candidato do partido.
Bernardo confirmou que, antes do encontro petista, se reuniu com o atual prefeito Rogério Lorenzetti, do PMDB. O ministro ponderou que o PMDB paranavaiense não construiu uma relação com o PT na cidade, citando pelo menos um peemedebista que “sabidamente” não gosta do PT.
Se o ministro deixou alguma margem para negociação, outras lideranças tiveram um tom mais incisivo. Ênio Verri pediu que não sejam feitas alianças cujos representantes não defenderão o projeto petista para 2014.
O deputado federal André Vargas também defende a candidatura de César Alexandre, independente do PMDB.
Do outro lado da cerca, um grupo de cinco partidos formalizou apoio à pré-candidatura do prefeito Rogério Lorenzetti, que vai buscar a reeleição em outubro.
Representantes do PC do B, PRB, PRTB, PSDC e PHS bateram o martelo em torno da reeleição de Lorenzetti. “Queremos que as boas ideias sejam encampadas”, disse Cláudio Evandro Stefano, do PRTB.
“Inicialmente, acreditávamos no homem, agora acreditamos também no administrador”, acrescentou Sanatiel Hipólito dos Santos, do PSDC, referindo-se ao prefeito.
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Fonte: Blog do Esmael